O MERCADO MUNICIPAL DE RIO PRETO E O NOVO CENTRO GASTRONÔMICO REGIONAL
Maquetes Eletrônicas

Pensar e viver a cidade.
A proposta apresentada esta longe de resolver todos os problemas do centro da cidade de São José do Rio Preto, mesmo sendo que esse centro também tem qualidades, assim como o restante da cidade que a colocam entre uma das melhores para se viver no país. Ela é uma tentativa de pensar a região central e avaliar suas potencialidades perante o futuro e as constantes ameaças de desvirtuamento do caráter dos espaços públicos e a função dos espaços privados, principalmente a prioridade no tráfego de veículos em detrimento dos pedestres e a especulação imobiliária, que pintam mudanças de má qualidade como desenvolvimento e modernização.
A desocupação de lotes da quadra do Mercado visa priorização do cidadão como um todo, em detrimento de alguns especuladores, o mesmo aconteceu em dois casos estudados, do Mercado Paulistano e do Mercado de Santa Caterina.
As mudanças nas vias e seus traçados visam não ignorar a necessidade do automóvel e sua importância fundamental, mas priorizar a paisagem urbana e o pedestre, também, a utilização do estacionamento no subsolo, tem esse sentido.
O elemento articulador de fato passa a ser a praça, e seus espaços de convívio, de articulação entre áreas, abertura de paisagens, áreas permeáveis, articulação de edifícios com usos diferentes como é o caso da comunicação do Mercado e o Poupatempo. O mote que rege essa Nova Praça é o tema do Centro Gastronômico, enraizado na história do Mercado e mirando o futuro.
